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Reviravolta: Chefe de The Division abandona a Ubisoft para salvar Battlefield na DICE

O mundo dos games foi pego de surpresa com uma das mudanças de cadeiras mais bizarras da história recente. Apenas uma semana após declarar que The Division 3 seria “um monstro”, Julian Gerighty, o grande nome por trás da franquia, anunciou que está a deixar a Ubisoft para se juntar à DICE, a equipa responsável por Battlefield. O que isto significa para o futuro dos agentes e para o destino da guerra da EA?

Julian Gerighty, The Division 3
Julian Gerighty, The Division 3

Uma saída inesperada no auge do hype

A saída de Julian Gerighty é um verdadeiro balde de água fria para quem estava ansioso por The Division 3. No início deste mês, durante o New Game+ Showcase 2026, ele foi a cara da Ubisoft ao afirmar que o novo jogo teria um impacto tão grande quanto o título original de 2016. Ver o capitão abandonar o barco apenas sete dias depois de vender o peixe levanta muitas dúvidas sobre os bastidores da Massive Entertainment, especialmente após rumores de reestruturação interna na empresa.

No entanto, a Ubisoft apressou-se a acalmar os fãs. Em nota oficial, o estúdio garantiu que o desenvolvimento de The Division 3 continua a todo o vapor e que a visão “monstruosa” de Gerighty será levada adiante pela equipa veterana que já trabalha na série há mais de uma década. Mesmo assim, perder o líder criativo no momento em que a produção ganhava tração é um desafio que a Ubisoft precisará de superar rapidamente para não perder a confiança da comunidade.

A missão em Battlefield: Recuperar o trono

Do outro lado da moeda, a chegada de Gerighty à DICE é vista como uma vitória gigantesca para a Electronic Arts. O diretor, conhecido pela sua maestria em criar mundos abertos persistentes e mecânicas de loot shooter viciantes, chega à Battlefield Studios num momento crítico. Com a Temporada 2 de Battlefield 6 adiada para fevereiro para correções de feedback, a EA parece estar a montar um “time dos sonhos” para garantir que o futuro da franquia seja estável e inovador.

Muitos especulam que a visão de Gerighty pode trazer para Battlefield aquela camada de imersão e progressão que os fãs tanto pedem. A sua experiência em transformar ambientes urbanos destruídos em campos de batalha vivos é exatamente o que a DICE precisa para revitalizar a marca. Para os jogadores, a pergunta que fica é: será que veremos elementos de The Division influenciarem o próximo Battlefield, ou Gerighty vai focar-se apenas em polir a essência clássica da guerra em larga escala?

O que o futuro reserva para os jogadores?

2026 está a começar com movimentações que vão redefinir o mercado de FPS e RPGs de ação. Enquanto a Ubisoft tenta provar que The Division 3 sobrevive sem o seu criador, a EA ganha um aliado de peso para tentar, finalmente, colocar Battlefield de volta no topo. O que sabemos é que, seja em Washington ou nos campos de batalha globais, a competição nunca esteve tão acirrada. Para o jogador, resta esperar que essas mudanças se traduzam em jogos mais sólidos e menos dependentes de promessas de “monstros” que ainda estão longe de chegar.

E para você, essa mudança é um golpe fatal em The Division ou a salvação de Battlefield?

Você acha que a Ubisoft consegue entregar o “monstro” prometido sem o seu líder, ou está mais animado para ver o que ele vai aprontar na DICE? Deixe sua opinião nos comentários e vamos debater essa troca histórica!

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Foto de Joseli Lourenço

Joseli Lourenço

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