MiG-21 FISHBED O Caça Soviético que Mudou a Guerra Aérea
Com mais de 11.500 unidades produzidas, o MiG-21 é o caça supersônico mais fabricado da história — e provou seu valor em dezenas de conflitos ao redor do mundo.

Por que o MiG-21 Importa
O MiG-21 não foi apenas um caça — foi uma declaração de intenção soviética. Projetado nos anos 1950 para ser rápido, simples e produzível em massa, ele nasceu da necessidade urgente da União Soviética de construir uma barreira aérea capaz de deter bombardeiros estratégicos ocidentais em plena Guerra Fria.
A ameaça era real: com o crescimento da aviação da OTAN — dos F-100 aos B-52 — Moscou precisava de um interceptador ágil, econômico e disponível em grande número. O MiG-21 foi a resposta. Atingia Mach 2, subia feito foguete e podia ser construído por qualquer aliado soviético com infraestrutura básica.
Entrou em serviço no início dos anos 1960 e passou a equipar dezenas de países — do Vietnã do Norte à Índia, do Egito a Cuba. Historicamente, encontra-se em fase avançada de desativação, mas ainda voa em frotas residuais em Angola, Cuba e Coreia do Norte. Na Índia, o último MiG-21 Bison foi retirado por volta de 2025, encerrando mais de seis décadas de serviço.

Perfil de Combate: O que É e Para que Serve
Tipo: Caça supersônico leve e interceptador de ponto, monomotor, asa delta.
Função principal: Interceptação de curto alcance contra bombardeiros e caças, guiada por radares de solo — o chamado sistema GCI (Ground Controlled Interception).
Papel no campo de batalha: Defesa aérea de ponto, patrulha de área restrita, cobertura de tropas e, nas variantes mais modernas, ataque ao solo com bombas e foguetes.
A doutrina soviética era clara: o MiG-21 não precisava ser o melhor caça individualmente. Precisava existir em quantidade suficiente para saturar qualquer defesa adversária. E nisso ele foi magistral.

A Origem do Fishbed
O projeto começou em 1954, com os estudos do protótipo Ye-1 — rapidamente abandonado por potência insuficiente. Em 1955, o Ye-4, primeiro com asa delta, confirmou o conceito que definiria toda a família MiG-21.
O Bureau de Projetos Mikoyan-Gurevich tinha uma missão clara: criar um interceptador leve, supersônico e barato, capaz de operar a partir de pistas simples e com manutenção reduzida. O resultado foi apresentado ao mundo em Tushino em 1956 — ainda como protótipo.
A evolução foi constante. Do caça diurno básico MiG-21F ao interceptador todo-tempo PF/PFM, passando pelas variantes multirole M/MF/SM, até chegar ao topo da família — o MiG-21bis, com motor mais potente e aviônica aprimorada, lançado em 1972.
Foram identificadas mais de 20 variantes de produção, além de versões de treinamento biplace. A família se expandiu além das fronteiras soviéticas: a Tchecoslováquia produziu 194 unidades, e a Índia montou mais de 650 aeronaves pela HAL — tornando-se o maior operador não soviético da história.

A Filosofia de Projeto
A asa delta de 57° de enflechamento é a marca registrada do MiG-21. Ela permite alta velocidade, boa taxa de subida e exige pouco espaço em hangar — mas consome energia rapidamente em manobras de curva apertada, o que seria uma limitação relevante em combate.
A fuselagem semi-monocoque tem seção elíptica estreita, com largura máxima de apenas 1,24 m. A entrada de ar frontal com cone móvel ajusta o fluxo conforme a velocidade — solução elegante, mas que limita o espaço disponível para antenas de radar no nariz da aeronave.
A estrutura é construída principalmente em ligas de alumínio, com aço e titânio nas zonas de alta temperatura, próximas ao motor e ao escapamento. Simples, robusto e adequado para produção em massa — exatamente o que a doutrina soviética exigia de seus vetores de combate.

O que Protege o Piloto
O MiG-21 não foi projetado como um tanque voador. A proteção foi minimizada em favor de velocidade e simplicidade. Mas alguns sistemas de sobrevivência evoluíram significativamente ao longo das variantes.
Sistemas de aviso de radar: receptores série “Sirena” (SPO-2, SPO-3, SPO-10) alertavam o piloto sobre emissões inimigas. Nos upgrades modernos como o Bison indiano, o RWR Tarang fornecia alertas mais precisos e direcionais.
Contramedidas: os upgrades tardios integraram lançadores de chaff e flares nas raízes das asas — inexistentes nas versões originais.
Assento ejetável: as variantes iniciais usavam o SK-1, com altura mínima de ejeção elevada (~110 m em voo nivelado). A partir do MiG-21PFM, o assento KM-1 com canopy articulado lateralmente melhorou drasticamente a segurança em ejeções a baixa altitude — uma mudança que salvou vidas.
Poder de Fogo: Do Canhão ao Míssil
O armamento evoluiu muito ao longo das décadas. As primeiras versões carregavam dois canhões NR-30 de 30 mm. As variantes intermediárias adotaram o canhão duplo GSh-23L de 23 mm — mais leve, com cadência de tiro superior.
Na família de mísseis ar-ar, o MiG-21 passou por gerações distintas: dos primeiros K-13/R-3S de guiagem infravermelha, aos mísseis semi-ativos R-3R e R-60, até chegar, nas versões modernizadas, ao R-73, R-27 e R-77.
Para ataque ao solo, o arsenal incluía foguetes não guiados S-5 e S-24, bombas convencionais FAB-100 a FAB-500, e — nas versões mais avançadas como o Bison e o LanceR romeno — bombas guiadas a laser e mísseis anti-radar. A carga externa típica nas variantes mais recentes alcançava até 2.000 kg.

Tecnologia e Sistemas Embarcados
A evolução eletrônica do MiG-21 acompanhou cinco décadas de transformação tecnológica. Das versões iniciais — sem radar de busca, apenas telêmetro — até os upgrades com radar Kopyo capaz de rastrear múltiplos alvos simultaneamente.
Evolução dos radares por geração:
- MiG-21F/F-13: apenas telêmetro SRD-5 + mira ótica. Sem radar de busca.
- MiG-21PF/PFM/FL: radares RP-9-21 e RP-21 Sapfir — foco em guiagem de mísseis, alcance limitado.
- MiG-21S/SM/MF/bis: radar RP-22 (Sapfir-21) — melhor resistência a contramedidas, maior alcance.
- MiG-21 Bison (UPG): radar Phazotron Kopyo — rastreamento de múltiplos alvos, engajamento simultâneo de dois.
- MiG-21 LanceR-C (Romênia): radar israelense EL/M-2032 em algumas aeronaves, com modos ar-ar e ar-solo modernos.
O datalink Lazur (ARL-S), presente nas variantes de Defesa Aérea soviética, era um diferencial doutrinário importante: permitia receber vetoração e comandos diretamente do controle de solo na cabine, sem comunicação por voz — reduzindo o tempo de resposta na interceptação.
Nos programas de modernização, o salto qualitativo foi enorme. O MiG-21 Bison recebeu HUD moderno, múltiplos MFDs (displays multifuncionais), interface HOTAS, navegação inercial com GPS e piloto automático atualizado. O LanceR romeno ganhou integração de miras no capacete do piloto.
Importante: não há inteligência artificial embarcada em nenhuma variante. Toda a lógica de voo e combate é baseada em aviônica convencional — computadores digitais e analógicos de geração anterior.
Números em Contexto: O que o MiG-21 Pode Fazer de Fato
O desempenho varia conforme a variante — mas os números contam a história da máquina.
MiG-21PFM — geração intermediária:
| Especificação | Dado |
|---|---|
| Velocidade máxima | ~2.175 km/h (Mach 2,05) em altitude |
| Alcance | ~1.670 km (missão ótima) |
| Teto de serviço | ~19.000 m |
MiG-21bis — topo da família:
| Especificação | Dado |
|---|---|
| Velocidade máxima | ~2.237 km/h (Mach 2,05) |
| Alcance interno | ~1.210 km |
| Teto de serviço | ~17.800 m |
| Taxa de subida | ~225 m/s (~44.000 ft/min) |
Na prática, esses números significam: o MiG-21 consegue alcançar um bombardeiro intruso em tempo muito curto, mas não pode patrulhar por horas. O raio de combate reduzido o torna ideal para defesa de ponto — não para operações ofensivas de longo alcance.
O motor R-25-300 do bis tinha um modo especial de “super-pós-combustão” (EPR), disponível abaixo de ~4.000 m, elevando o empuxo para cerca de 97 kN por até 3 minutos — mas consumindo vida útil do motor rapidamente a cada segundo nesse regime.
Ficha Técnica
| Especificação | Dados |
|---|---|
| País de origem | União Soviética |
| Fabricante | OKB Mikoyan-Gurevich |
| Comprimento | ~14,7 m (varia por variante) |
| Peso em combate | ~8.700–9.800 kg |
| Motor / Propulsão | Tumansky R-25-300 — 69,6 kN seco / 97,1 kN com EPR |
| Tripulação | 1 (monopostos) / 2 (biplaces U/US/UM) |
| Armamento principal | 1× GSh-23L (23 mm) + mísseis e bombas |
| Ano de introdução | Início dos anos 1960 (MiG-21F-13/PF) |
| Total produzido | ~11.500 unidades (URSS + licenças) |

Vantagens e Pontos Fortes
- Velocidade Mach 2 e excelente taxa de subida para o porte e potência do motor — especialmente nas variantes bis.
- Custo de produção baixíssimo — mais barato que um BMP-1 e várias vezes inferior ao custo de um F-4 Phantom II americano.
- Dimensões compactas: fácil de dispersar em pistas secundárias e abrigos pequenos, dificultando detecção e ataque em solo.
- Produção em massa sem precedentes: mais de 10.600 unidades na URSS, garantindo padronização e disponibilidade de peças por décadas.
- Compatibilidade com infraestrutura simples: podia operar em países com cadeia logística limitada — diferencial enorme para o Terceiro Mundo.
- Upgrades eficazes: programas como o Bison e o LanceR prolongaram a vida útil por décadas, integrando tecnologias do século XXI em uma célula dos anos 1950.
Limitações e Críticas: O Preço da Simplicidade
O alcance curto era o calcanhar de Aquiles do MiG-21. Sem tanques externos, algumas variantes voavam por apenas 45 minutos — tornando a aeronave dependente de tanques descartáveis que ocupavam pilones valiosos, reduzindo a carga de armamento.
O nariz com cone de ar limitou o tamanho das antenas de radar. O diâmetro disponível era pequeno demais para sistemas mais potentes, restringindo o alcance de detecção por décadas e colocando o MiG-21 em desvantagem em combates além-visual (BVR).
A asa delta consome energia rapidamente em curvas fechadas. Em combates manobrados prolongados, o Fishbed saía em desvantagem contra caças com asas convencionais mais eficientes em baixa velocidade.
Na Índia, o MiG-21 ficou conhecido como “caixão voador” na mídia local. Mais de 170 pilotos morreram em acidentes envolvendo a aeronave desde 1970 — resultado de envelhecimento da frota, qualidade de peças de reposição e características do motor em pós-combustão.
Por fim, a diversidade de variantes — com diferentes motores (R-11, R-13, R-25) e aviônicas distintas — complicou a logística de países que operavam frotas mistas, especialmente após o fim da URSS e o colapso das cadeias de suprimento soviéticas.

Fishbed vs Concorrentes: Quem Leva Vantagem e Onde
Velocidade Máxima
| Aeronave | Desempenho |
|---|---|
| MiG-21 (Fishbed) | Mach 2,05 |
| Lockheed F-104 Starfighter | Mach 2,2 |
| Dassault Mirage III | Mach 2,2 |
Vantagem: F-104 e Mirage III (velocidade de topo ligeiramente superior)
Radar
| Aeronave | Avaliação |
|---|---|
| MiG-21 | Limitado pelo pequeno cone de nariz |
| F-104 | Melhor nas versões tardias |
| Mirage III | Nariz sólido maior — vantagem estrutural |
Vantagem: Mirage III (maior potencial de radar)
Custo
| Aeronave | Avaliação |
|---|---|
| MiG-21 | Muito baixo |
| F-104 | Mais caro |
| Mirage III | Mais caro |
Vantagem: MiG-21 (produção em massa e simplicidade industrial)
Capacidade Multirole
| Aeronave | Avaliação |
|---|---|
| MiG-21 | Limitado nas versões iniciais |
| F-104 | Muito limitado |
| Mirage III | Superior nativamente |
Vantagem: Mirage III
Alcance
| Aeronave | Avaliação |
|---|---|
| MiG-21 | Curto |
| F-104 | Similarmente curto |
| Mirage III | Melhor em geral |
Vantagem: Mirage III
Logística
| Aeronave | Avaliação |
|---|---|
| MiG-21 | Simples, mas com muitas subvariantes |
| F-104 | Complexa — alta taxa de acidentes |
| Mirage III | Moderada |
Vantagem: MiG-21 (facilidade de operação em países menos estruturados)
Melhor Cenário de Emprego
| Aeronave | Destaque Operacional |
|---|---|
| MiG-21 | Defesa de ponto em grande escala |
| F-104 | Interceptação de alta velocidade e altitude |
| Mirage III | Flexibilidade multirole |
Comparação Direta: MiG-21 vs F-5
Contra o Northrop F-5 Freedom Fighter
| Critério | Vantagem |
|---|---|
| Velocidade de topo | MiG-21 |
| Taxa de subida | MiG-21 |
| Segurança (bimotor) | F-5 |
| Manobrabilidade baixa velocidade | F-5 |
| Facilidade de pilotagem | F-5 |
| Custo inicial | MiG-21 |
| Escala de produção | MiG-21 |
Resumo técnico:
O MiG-21 é mais rápido e sobe mais rápido. O F-5 é mais equilibrado, previsível e eficaz em combate manobrado sustentado.

Números que Impressionam
A produção do MiG-21 na URSS alcançou 10.645 aeronaves, distribuídas entre três fábricas: GAZ-21 em Gorky (principal linha de monopostos), AZ-30 em Moscou e TAZ-31 em Tbilisi (foco em biplaces).
Somando as produções sob licença — 194 unidades na Tchecoslováquia e mais de 650 na Índia (HAL) — o total global supera 11.500 aeronaves, sem contar os clones chineses J-7/F-7, que adicionam milhares de unidades adicionais ao legado da família.
Custo histórico: fontes soviéticas afirmam que o MiG-21MF era mais barato que um BMP-1 e várias vezes inferior ao custo de um F-4 Phantom II americano. Aeronaves de segunda mão adquiridas pelo Cazaquistão nos anos 1990 custaram cerca de 200.000 USD por unidade — valor simbólico para um caça supersônico.
Principais operadores históricos: URSS/Rússia, Índia (pico de ~400 aeronaves em 19 esquadrões), Egito, Síria, Iraque, Vietnã, Cuba, Angola, Moçambique, Romênia, Polônia, Tchecoslováquia, Bulgária, Coreia do Norte, Indonésia e dezenas de outros países.

Modernizações e Substituição
O MiG-21 está em fase avançada de desativação global, mas programas de modernização prolongaram sua vida por décadas:
- MiG-21 Bison / UPG (Índia — HAL/RSK MiG): ~125 aeronaves modernizadas com radar Kopyo, HUD, MFDs, HOTAS e mísseis R-73/R-27/R-77. Retirado por volta de 2025, substituído pelo HAL Tejas Mk-1A.
- MiG-21 LanceR (Romênia — Aerostar/Elbit): ~110 aeronaves com aviônica ocidental, radar EL/M-2032, pod Litening e integração OTAN. Substituído por F-16AM/BM de segunda mão modernizados.
- MiG-21bis-D/UMD (Croácia): modernização básica com GPS, ILS, novos rádios e IFF para interoperabilidade com padrões da OTAN.
Em operadores residuais como Angola, Cuba e Coreia do Norte, frotas pequenas permanecem em funções secundárias — treinamento ou patrulha limitada — sem perspectiva de upgrade relevante.
A tendência global é clara: países estão migrando para JAS-39 Gripen, F-16 de segunda mão, JF-17 ou caças chineses mais modernos. O MiG-21 não terá substituto soviético equivalente em escala e custo — foi único em sua proposta.

Perguntas Frequentes
1. O MiG-21 ainda está em serviço ativo? Sim, em números residuais. Angola, Cuba, Coreia do Norte e alguns países africanos ainda operam pequenas frotas, principalmente em funções de treinamento ou patrulha limitada. A Índia retirou o último Bison por volta de 2025.
2. Qual é o melhor MiG-21 já construído? O MiG-21bis é considerado o mais avançado da família original, com motor R-25-300 e melhor aviônica. Na categoria upgrades, o MiG-21 Bison indiano é o mais capaz tecnologicamente.
3. O MiG-21 pode enfrentar caças modernos? Nas versões originais, não. Mas o Bison demonstrou em exercícios que, com bom piloto e radar Kopyo, pode surpreender em combate de curto alcance. Em 2019, teria engajado um F-16 — embora o resultado permaneça contestado.
4. Quanto custa um MiG-21? O custo unitário original era baixo para a época. Aeronaves de segunda mão nos anos 1990 custaram cerca de 200.000 USD. Um upgrade completo tipo Bison pode custar dezenas de milhões — aproximando-se do preço de caças leves novos.
5. Por que o MiG-21 foi chamado de “caixão voador” na Índia? Devido ao alto índice de acidentes ao longo de décadas — mais de 170 pilotos mortos. Envelhecimento da frota, qualidade de peças de reposição e características do motor em pós-combustão foram apontados como fatores centrais nas investigações.

Um Legado Que Não Pousa
O MiG-21 Fishbed é mais do que um caça. É um símbolo da doutrina soviética de guerra industrial — a ideia de que quantidade, quando combinada com tecnologia suficiente, vence qualidade. Ao longo de seis décadas, provou esse ponto em teatros tão diferentes quanto os céus do Vietnã, o deserto do Sinai e as montanhas do Caxemira.
Seu impacto militar foi profundo: moldou táticas de toda uma geração de pilotos soviéticos e aliados, estabeleceu padrões para exportação de armamentos a países em desenvolvimento e obrigou a OTAN a desenvolver doutrinas específicas para enfrentá-lo.
Nos anos 2020, o Fishbed se despede gradualmente dos céus. Mas seu legado permanece vivo — seja nos caças que moldou como adversários, nas frotas que equipou por décadas, ou nos pilotos que aprenderam a voar nele. Poucos aviões militares podem reclamar relevância em tantos continentes, tantos conflitos e tantos capítulos da história.

Joseli Lourenço
Pesquisadora independente de história e tecnologia militar, dedicada a documentar os marcos e as inovações que transformaram os campos de batalha.
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