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Metroid Prime 4: Samus Ganhou Superpoderes e Mudou Tudo

Metroid Prime 4: Beyond chegou e está causando. Descubra o que mudou, as habilidades novas de Samus e por que todo mundo está falando desse jogo.

Metroid Prime 4

O Que Você Precisa Saber Antes de Jogar

Depois de quase duas décadas, Samus Aran finalmente voltou. Metroid Prime 4: Beyond chegou no dia 4 de dezembro para Switch e Switch 2, e o resultado surpreendeu até os fãs mais céticos. A Retro Studios trouxe de volta a exploração em primeira pessoa que marcou a série, mas dessa vez com novidades que prometem transformar a experiência.

O jogo não está apenas bonito — ele está redefinindo o que esperamos de um Metroid. Entre habilidades psíquicas novas, uma moto extraterrestre e gráficos em 4K a 120 FPS no Switch 2, há muito para destrinchar nesse retorno triunfal.

A História Que Está Pegando Todo Mundo

Sylux, aquele caçador de recompensas que odeia Samus, não veio para brincadeira. Ele lidera um ataque brutal contra uma base da Federação Galáctica no planeta Tanamaar, e Samus é chamada para conter o estrago. Durante o combate, um artefato antigo ativa e transporta nossa protagonista para Viewros, um planeta misterioso onde sua armadura perde boa parte da energia.

Em Viewros, Samus encontra os Lamorn, uma raça alienígena extinta por uma praga desconhecida. Um espírito Lamorn a escolhe como “A Escolhida” e concede poderes psíquicos em troca de ajuda para cumprir uma missão crucial. Sylux segue Samus até lá, mantendo a tensão durante toda a jornada.

Metroid Prime 4

Jogabilidade: O Que Mudou e O Que Ficou Igual

A fórmula clássica continua intacta — exploração em primeira pessoa, Morph Ball, scan visor e aquela sensação de solidão atmosférica em ambientes enormes. Mas as habilidades psíquicas roubam a cena: você pode controlar a trajetória dos disparos, mover objetos à distância, revelar plataformas escondidas e até arremessar bombas com a mente.

A grande novidade é a Vi-O-La, uma motocicleta alienígena que Samus usa para atravessar os desertos de Viewros. O veículo tem peso tangível, permite manobras radicais e até serve como arma contra inimigos. É uma adição ousada que funciona melhor do que muitos imaginavam.

O jogo tem cinco biomas distintos — Fury Green (selva densa), Sol Valley (deserto aberto que serve como hub), Volt Forge (área industrial elétrica), Ice Belt (região congelada) e Flare Pool (zona vulcânica). A campanha dura cerca de 15 horas, e cada ambiente conta histórias através do design inteligente e dos scans detalhados.

Performance: Switch 2 Vale a Pena?

No Switch original, o jogo roda bem em 1080p a 60 FPS, mas tem quedas ocasionais durante combates pesados. Já no Switch 2, a diferença é brutal: 4K a 60 FPS no modo qualidade ou 120 FPS no modo performance. Os críticos dizem que jogar a 120 FPS transforma completamente a experiência — a câmera responde mais rápido, a pontaria fica mais precisa e o Morph Ball se move com fluidez impressionante. Os controles de precisão do Joy-Con 2 também receberam elogios especiais.

Recepção: O Que a Galera Está Falando

A IGN chamou de “um dos melhores jogos que a Nintendo já publicou”, e a maioria dos críticos concorda. O design dos níveis, a direção de arte e as habilidades psíquicas foram os pontos altos. Por outro lado, o hub desértico Sol Valley recebeu críticas por parecer antiquado e servir mais como enchimento do que como parte essencial da experiência.

Alguns analistas sentiram que o jogo tentou combinar a fórmula Prime clássica com elementos narrativos modernos e nem sempre acertou o equilíbrio. Ainda assim, o consenso é claro: Metroid Prime 4 entrega onde importa.

Foto de Joseli Lourenço

Joseli Lourenço

Criadora de conteúdo especializada em curiosidades, dedicada a explorar e compartilhar informações fascinantes, fatos históricos e descobertas que despertam o interesse e ampliam o conhecimento.

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