A possível retomada da franquia Killzone pela Sony
A PlayStation pode estar preparando o retorno de uma de suas franquias de tiro mais emblemáticas. Informações recentes indicam que a Guerrilla Games estaria envolvida no desenvolvimento de um remake ou remaster de Killzone, contando com a colaboração de um estúdio externo para viabilizar o projeto.
Até o momento, a Sony e a desenvolvedora não oficializaram a produção. Fontes familiarizadas com o assunto sugerem que o projeto encontra-se em estágio inicial, sem que o título específico da série a ser revisitado tenha sido definido publicamente. A estratégia parece focar na modernização visual de um jogo clássico, em vez de uma sequência inédita.
Desafios técnicos e o histórico da série
O primeiro jogo da franquia, lançado originalmente para PlayStation 2 em 2004, surge como uma possibilidade lógica para o projeto. No entanto, a tarefa exige cautela, visto que o título já recebeu uma remasterização em 2012 para o PlayStation 3, como parte da Killzone Trilogy. Qualquer nova versão precisaria oferecer avanços tecnológicos significativos para justificar um relançamento mais de uma década depois.
A última entrada inédita na série foi Killzone: Shadow Fall, lançado em novembro de 2013 para o PlayStation 4. Desde então, a Guerrilla Games concentrou seus esforços na franquia Horizon, deixando a saga de ficção científica em um longo período de hiato, interrompido apenas por aparições pontuais, como o crossover recente com Helldivers 2.
Parcerias estratégicas e o cronograma de desenvolvimento
A participação de um estúdio externo é um ponto central nos rumores. Especula-se que a People Can Fly possa ser a parceira da Sony Interactive Entertainment, dado o acordo firmado em março de 2025 para o desenvolvimento do Project Delta, um protótipo baseado em uma propriedade intelectual da gigante japonesa.
Internamente, o retorno de Killzone teria sido planejado como um dos focos da Guerrilla Games após a conclusão de Horizon Hunters Gathering. Contudo, a necessidade de reformulações profundas neste último título pode ter alterado o cronograma, forçando a realocação de recursos. Com o projeto ainda em fase embrionária, definições sobre escopo, plataformas e janelas de lançamento permanecem incertas.










